No segundo sábado do mês o restaurante Quinta di Olivardo fica movimentado com o evento: Noite do Fado.
Uma noite na qual não apenas o menu fica especial com o caprichadíssimo prato de bacalhau, mas também a atmosfera do local que envolve os presentes ao som do autêntico fado português, interpretado por duas cantoras sensacionais de vozes e charme invejáveis.
O restaurante Quinta di Olivardo inaugurado em 2007, foi o primeiro restaurante português do Roteiro de Vinho de São Roque - SP e é conhecido pela qualidade de sua culinária.
Antes disso, os donos mantinham apenas uma vinícola, que logo foi complementada por um quiosque de produtos alimentícios para que os clientes tivessem o que beliscar enquanto escolhiam o vinho.
O restaurante está localizado na Estrada do Vinho, Km 4 - dentro do Roteiro do Vinho de São Roque e funciona de segunda a domingo para o almoço e também às sextas e sábados para o jantar, além de oferecer uma vez por mês a Noite do Fado.
Para abrir o apetite antes da chegada do prato principal são oferecidos: bolinhos de bacalhau, a bagaceira e a Alheira, tudo bem gostoso!
Mas, se como eu você não tiver o bacalhau como predileto, terá como opção um bom prato de filé mignon, arroz e batatas, tudo acompanhado de um vinho bem saboroso.
A noite finaliza com fados cantados sem microfone, seguidos de fados brasileiros ao sabor de pastel de nata.
Para completar o programa, basta estar bem acompanhado!
23 de janeiro de 2011
14 de janeiro de 2011
Terapias Alternativas e Práticas Psicológicas
Terapia alternativa é toda e qualquer forma de tratamento que se diferencia dos meios convencionais de cuidado e cura empregados pela medicina e pela psicologia. Os modelos de terapia alternativa conhecidos atualmente são inúmeros, entre elas: astrologia; numerologia; cristaloterapia; terapia regressiva de vidas passadas; cromoterapia e florais, entre outras.
Tais práticas têm se proliferado consideravelmente há alguns anos no Brasil e seguem conquistando cada vez mais adeptos, apesar de haver dúvidas em torno da confiabilidade dos resultados, bem como em relação às competências dos profissionais que as aplicam (TAVARES, 2003).
Segundo Gauer (1997) a imensa procura destas práticas está atrelada ao fenômeno pós-moderno, favorecido pelo movimento hippie dos anos 70 que fez emergir, no âmbito social, as religiões orientais e a busca de integração indivíduo-cosmos. As terapias alternativas começaram efetivamente a ganhar espaço nos anos 80 – marcados pelo grande interesse das “camadas médias urbanas das práticas oraculares” (TAVARES, 2003, p.87) e desde os anos 90 quando deu-se início às disputas sobre a legitimidade de tais práticas.
Desde então, assiste-se inúmeras polêmicas e diferentes opiniões entre os profissionais da área da saúde, especialmente entre médicos e psicólogos, o que acaba por implicar em diferentes posicionamentos dos órgãos regulamentadores destas profissões (TAVARES, 2003). No caso da Psicologia, as modalidades de terapia acima mencionadas foram vetadas pelo Conselho Federal de Psicologia nos anos 90, posição que continua em vigor até hoje.
Vale atentar ao fato de que as mesmas motivações: problemas conjugias; relacões inter-pessoais; depressão; fobias; etc, provocam a busca por terapias alternativas ou pelo tratamento psicológico, talvez porque o sincretismo religioso típico do nosso país favorece a busca por modalidades diversas que abarquem explicações psicológicas e espirituais. Outro aspecto importante a se pensar é o fato de não haver clareza por parte dos profissionais – psicólogos e terapeutas alternativos, sobre o que embasa sua prática, o que, em última instância, gera confusão de papéis e desinformação da população.
Parece também que a pluralidade existente na Psicologia interfere na tentativa de classificação das práticas terapêuticas existentes. O único caminho para sair deste impasse é perceber que as terapias alternativas não decorrem diretamente das abordagens psicológicas, mas têm influência de religiões orientais, concepções holísticas de corpo, psiquismo e espiritualidade (GAUER, 1997).
Em suma, a Psicologia se diferencia das práticas alternativas não só por estar pautada na cientificidade, mas principalmente porque ela tem como objeto de estudo o sujeito enquanto ser bio-psico-social, não estando, por isso, atrelada a aspectos místicos espirituais. Tendo em vista que de uma maneira ou de outra tais práticas trazem benefícios (GAUER, 1997) não nos cabe realizar um juízo de valor a respeito delas, posto que simplesmente não as realizamos.
“O alternativo não se define, então, pela atividade prescrita em si, nem pelo fato de se constituir como uma experiência nova no campo da intervenção psicológica, mas pelo tipo de conhecimento veiculado e pelas concepções de homem e de mundo a eles subjacentes” (GAUER, 1997, p.2).
Referências Bibliográficas:
BOCK, A.M.B.. Resolução CFP Nº 10/97 . Conselho Federal de Psicologia, Brasília,out/1997. Disponível em:
FURTADO, O.. Resolução CFP Nº 005/2002 . Conselho Federal de Psicologia Dispõe sobre a prática da acupuntura pelo psicólogo, Brasília, mai/2002. Disponível em:
GAUER, G.; SOUZA, M. L.; MOLIN, F. D; GOMES, W.B.. Terapias alternativas: uma questão contemporânea em psicologia do Instituto de Psicologia da Universidade Federal de Rio Grande do Sul. In: CONGRESSO CIÊNCIA E PROFISSÃO DE BRASÍLIA, VL. 17, n.2., 1997, Brasília.
TAVARES, F. R. G.. Legitimidade Terapêutica no Brasil Contemporânea: As Terapias Alternativas no Âmbito do Saber Psicológico. [Editorial]. PSYSIS: Rev. Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, 13 (2):83 – 104, 2003.
6 de janeiro de 2011
Guarda do Embaú
Pela primeira vez estou visitando a Guarda do Embaú, Santa Catarina. O Sol também está hospedado entre poucas nuvens destas bandas e tem completado a deliciosa experiência destas férias que tem um tom de comemoração pra mim.
Estar aqui me faz perceber o quanto eu adoro praia, além de me lembrar muito a minha infância, quando costumávamos passar férias e quase todos os finais de semana na praia.
Eu e meu marido estávamos avaliando nossa escolha de vir para cá. Comparamos desde os custos, o público (para mim, educação faz diferença sempre, mas especialmente quando se está em férias), o trânsito e a temperatura da água do mar com as praias paulistas, bem mais próximas do que a Guarda, ponto a favor, mas intransitáveis nesta época do ano.
Hospedar-se próximo da praia, diretamente proporcional ao alto custo no caso das praias paulistas, se transforma em outro ponto a favor da Guarda, já que aqui há um número significativo de pousadas a poucos metros da praia e a custos acessíveis. E não ter que depender de carro para tomar banhos de mar realmente não tem preço!
Pensando bem, acho que a questão na decisão fica por conta da distância mesmo, cerca de 10 horas de estrada de São Paulo à Guarda do Embaú implicam em disponibilidade de tempo, necessidade de carros em boas condições: mecânica e conforto e colunas saudáveis, além de uma ótima seleção musical para distrair.
Por outro lado, dependendo da data que se vá às praias paulistas, pode-se perder um número de horas bastante próximo deste e a irritação de ter que trocar marchas lentas a cada metro é por demais irritante. Como ouvi estes dias: “Você vai a praia para relaxar e volta ainda mais estressado”.
Desnecessário dizer que estou feliz com nossa escolha, mas como nunca é demais falar em felicidade...
Estar aqui me faz perceber o quanto eu adoro praia, além de me lembrar muito a minha infância, quando costumávamos passar férias e quase todos os finais de semana na praia.
Eu e meu marido estávamos avaliando nossa escolha de vir para cá. Comparamos desde os custos, o público (para mim, educação faz diferença sempre, mas especialmente quando se está em férias), o trânsito e a temperatura da água do mar com as praias paulistas, bem mais próximas do que a Guarda, ponto a favor, mas intransitáveis nesta época do ano.
Hospedar-se próximo da praia, diretamente proporcional ao alto custo no caso das praias paulistas, se transforma em outro ponto a favor da Guarda, já que aqui há um número significativo de pousadas a poucos metros da praia e a custos acessíveis. E não ter que depender de carro para tomar banhos de mar realmente não tem preço!
Pensando bem, acho que a questão na decisão fica por conta da distância mesmo, cerca de 10 horas de estrada de São Paulo à Guarda do Embaú implicam em disponibilidade de tempo, necessidade de carros em boas condições: mecânica e conforto e colunas saudáveis, além de uma ótima seleção musical para distrair.
Por outro lado, dependendo da data que se vá às praias paulistas, pode-se perder um número de horas bastante próximo deste e a irritação de ter que trocar marchas lentas a cada metro é por demais irritante. Como ouvi estes dias: “Você vai a praia para relaxar e volta ainda mais estressado”.
Desnecessário dizer que estou feliz com nossa escolha, mas como nunca é demais falar em felicidade...
22 de dezembro de 2010
Adeus ano velho
O ano acabou, dá para acreditar?
Para mim está difícil de assimilar.
Me pego perdida em meio aos dias da semana e do mês, olho o calendário com freqüência e fico com a sensação de ter esquecido algum compromisso com alguém, em algum lugar diferente do que eu me encontro no momento.
As vezes penso que essas sensações são reflexo de um ano intenso, cheio de relatórios, provas, atendimentos e leituras. Como se meus neurônios estivessem viciados em atividades e prazos.
Outras vezes penso que essa é a maneira pela qual meu inconsciente se expressa a respeito do desejo intenso que tenho por 2011.
E me surpreende ao me fazer perceber o quanto eu quero este novo ano. Sinto uma energia potente pronta para me lançar em sua direção.
Aos poucos 2010 vai se transportando para uma outra instância dentro de mim, sendo guardado, pedacinho por pedacinho, em meus arquivos de memórias até que grande parte dele caia no esquecimento.
Adeus Ano Velho!
Para mim está difícil de assimilar.
Me pego perdida em meio aos dias da semana e do mês, olho o calendário com freqüência e fico com a sensação de ter esquecido algum compromisso com alguém, em algum lugar diferente do que eu me encontro no momento.
As vezes penso que essas sensações são reflexo de um ano intenso, cheio de relatórios, provas, atendimentos e leituras. Como se meus neurônios estivessem viciados em atividades e prazos.
Outras vezes penso que essa é a maneira pela qual meu inconsciente se expressa a respeito do desejo intenso que tenho por 2011.
E me surpreende ao me fazer perceber o quanto eu quero este novo ano. Sinto uma energia potente pronta para me lançar em sua direção.
Aos poucos 2010 vai se transportando para uma outra instância dentro de mim, sendo guardado, pedacinho por pedacinho, em meus arquivos de memórias até que grande parte dele caia no esquecimento.
Adeus Ano Velho!
12 de dezembro de 2010
Identidade
"Para Lacan, todas as identidades são equivocadas, no sentido de serem superficiais, parciais. Nós as usamos para funcionar no mundo, mas precisamos sempre lembrar-nos a que preço. A questão não é ficar sem nome, rejeitar a pergunta 'Quem sou eu?', mas dar continuidade à conversa sobre a identidade. É esse o trabalho da psicoterapia: aprender a assumir uma identidade e a questioná-la. Esse é um dos principais modos pelos quais falar ajuda".
Luepnitz, Deborah Anna. Os porcos-espinhos de Schopenhauer: a intimidade e seus dilemas. José Olympio: Rio de Janeiro, 2006. p. 190.
Esta e outras partes de livros interessantes você encontra no blog: http://aparteaparte.blogspot.com/, visite!!!
Luepnitz, Deborah Anna. Os porcos-espinhos de Schopenhauer: a intimidade e seus dilemas. José Olympio: Rio de Janeiro, 2006. p. 190.
Esta e outras partes de livros interessantes você encontra no blog: http://aparteaparte.blogspot.com/, visite!!!
Realização profissional
Ser bem sucedido profissionalmente tornou-se uma cobrança social intensa desde a modernidade e passou a compor a lista de itens que supostamente garantem a felicidade prometida pela cultura capitalista representada pelo sucesso e pelo potencial de consumo.
Ontem fui a uma festa de aniversário e em dado momento iniciou-se uma conversa a respeito disso. Um dos convidados perguntou ao meu marido o que ele “faz da vida” e todas as atenções se voltaram para a sua resposta sobre ter abandonado uma carreira promissora no banco para cursar Psicologia em tempo integral.
Um mix de espanto, inveja e curiosidade tomou conta da roda, fator que em nada me espantou, já que essa reação é bastante freqüente diante desta afirmação, mas me chamou a atenção a resposta (no sentido de reagir a) do convidado que havia perguntado. Ele começou a declarar sua admiração à coragem pela decisão do meu marido. Num tom de entusiasmo ele dizia que concordava e entendia aquilo como uma atitude digna de cumprimentos! E logo depois falou um pouco sobre seu desprazer profissional no mundo coorporativo, falou de toda competitividade e stress e de como sonhava em deixar tudo e ir fazer faculdade de nutrição ou de educação física.
Isso tudo ficou na minha cabeça. Acabo de finalizar um curso de Psicologia de 5 anos e tenho pensado bastante sobre o tema “recomeço profissional”.
Ouvir aquele rapaz me trouxe orgulho por minhas escolhas, ainda gosto demais da educação física e agora poderei atuar também como psicóloga. Tenho muitos planos e nesse primeiro momento e o privilégio de permanecer num trabalho que gosto tanto e iniciar outro sem o stress financeiro de um começo, além de poder contar com a flexibilidade de tempo que ambas as profissões permitem.
Esse contexto não aplaca totalmente minhas inseguranças, mas fortalece minhas esperanças!
É preciso ter coragem e convicções firmes para optar ser feliz profissionalmente e acredito que muitas pessoas atualmente têm revisto as definições de sucesso e realização baseadas em dígitos da própria conta bancária!
Ontem fui a uma festa de aniversário e em dado momento iniciou-se uma conversa a respeito disso. Um dos convidados perguntou ao meu marido o que ele “faz da vida” e todas as atenções se voltaram para a sua resposta sobre ter abandonado uma carreira promissora no banco para cursar Psicologia em tempo integral.
Um mix de espanto, inveja e curiosidade tomou conta da roda, fator que em nada me espantou, já que essa reação é bastante freqüente diante desta afirmação, mas me chamou a atenção a resposta (no sentido de reagir a) do convidado que havia perguntado. Ele começou a declarar sua admiração à coragem pela decisão do meu marido. Num tom de entusiasmo ele dizia que concordava e entendia aquilo como uma atitude digna de cumprimentos! E logo depois falou um pouco sobre seu desprazer profissional no mundo coorporativo, falou de toda competitividade e stress e de como sonhava em deixar tudo e ir fazer faculdade de nutrição ou de educação física.
Isso tudo ficou na minha cabeça. Acabo de finalizar um curso de Psicologia de 5 anos e tenho pensado bastante sobre o tema “recomeço profissional”.
Ouvir aquele rapaz me trouxe orgulho por minhas escolhas, ainda gosto demais da educação física e agora poderei atuar também como psicóloga. Tenho muitos planos e nesse primeiro momento e o privilégio de permanecer num trabalho que gosto tanto e iniciar outro sem o stress financeiro de um começo, além de poder contar com a flexibilidade de tempo que ambas as profissões permitem.
Esse contexto não aplaca totalmente minhas inseguranças, mas fortalece minhas esperanças!
É preciso ter coragem e convicções firmes para optar ser feliz profissionalmente e acredito que muitas pessoas atualmente têm revisto as definições de sucesso e realização baseadas em dígitos da própria conta bancária!
7 de dezembro de 2010
Despedida
O fim faz lembrar o começo:
O frio na barriga
E todas as incertezas
Os planos futuros como luzes acesas
Coisas novas na agenda
E os sentidos nelas focados
Soma-se tarefas inéditas
Abandona-se hábitos passados
E o fim recomeça
Bem juntinho do início
Todo momento ao seu lado
Sussurrando com um suplício
É só questão de tempo
Lá vem o fim despontando
O meio passaria menos rápido
Não fosse o fim o apertando
A hora do adeus é inevitável
Mas só alguns conseguem ficar
Distraindo-se com lembranças do vivido
Que por vezes fazem o coração apertar
Outros preferem partir
Por vontade ou impossibilidade
De se despedir finalmente
E reiniciar o presente.
O frio na barriga
E todas as incertezas
Os planos futuros como luzes acesas
Coisas novas na agenda
E os sentidos nelas focados
Soma-se tarefas inéditas
Abandona-se hábitos passados
E o fim recomeça
Bem juntinho do início
Todo momento ao seu lado
Sussurrando com um suplício
É só questão de tempo
Lá vem o fim despontando
O meio passaria menos rápido
Não fosse o fim o apertando
A hora do adeus é inevitável
Mas só alguns conseguem ficar
Distraindo-se com lembranças do vivido
Que por vezes fazem o coração apertar
Outros preferem partir
Por vontade ou impossibilidade
De se despedir finalmente
E reiniciar o presente.
25 de novembro de 2010
Uma boa receita para o verão
Decidi experimentar uma receita nova e fui colocando os ingredientes que mais gosto e o resultado foi melhor do que eu pensava!
Fiz um prato de penne com Camarões e lula que ficou leve e saboroso e embora o parmesão e as azeitonas aumentem um pouco as calorias desta refeição, dá pra dar uma fugidinha da dieta sem muitos estragos!
Porção para 4 pessoas
Ingredientes:
250g de anéis de lula
350g de camarões rosa médios
4 tomates maduros
3 dentes de alho inteiros
Meia pimenta dedo de moça pequena picada
¼ de xícara de cebolinha
6 azeitonas pretas grandes picadas
200g de queijo parmesão italiano ou argentino ralado médio
Sal à gosto
6 xícaras de penne
1 colher de café de sal grosso
Preparo:
No dia anterior: Descasque e tire as sementes dos tomates e os corte em cubinhos pequenos, coloque numa vasilha de vidro, tempere com sal e azeite e coloque os 3 dentes de alho descascados e inteiros neste preparado. Deixe marinar por 12 horas na geladeira.
No dia de servir: Pelo menos 3h antes de preparar o prato, tempere os camarões e os anéis de lula com sal e separe.
Preparo do prato:
Comece a cozinhar o penne com uma colher de café de sal grosso.
Leve os camarões para refogar em fogo médio com azeite (ou manteiga) e alho (você deve colocar tudo junto, pois evita que o alho queime). 4 minutos depois, acrescente os anéis de lula e a pimenta e deixe refogar por mais 6 minutos, aproximadamente.
Então acrescente as azeitonas pretas bem picadas e a cebolinha.
Enquanto isso, aqueça os tomates picados por 1’40’’ no microondas, sem os dentes de alho (eles devem ser jogados fora).
Acrescente os tomates e 100g do queijo parmesão aos camarões e anéis de lula e mantenha em fogo baixo deixe por 2 minutos.
Junte à massa ainda quente e sirva, colocando na mesa o restante do queijo para quem quiser acrescentar.
Sirva de preferência com vinho branco.
Bon appetit!
Fiz um prato de penne com Camarões e lula que ficou leve e saboroso e embora o parmesão e as azeitonas aumentem um pouco as calorias desta refeição, dá pra dar uma fugidinha da dieta sem muitos estragos!
Porção para 4 pessoas
Ingredientes:
250g de anéis de lula
350g de camarões rosa médios
4 tomates maduros
3 dentes de alho inteiros
Meia pimenta dedo de moça pequena picada
¼ de xícara de cebolinha
6 azeitonas pretas grandes picadas
200g de queijo parmesão italiano ou argentino ralado médio
Sal à gosto
6 xícaras de penne
1 colher de café de sal grosso
Preparo:
No dia anterior: Descasque e tire as sementes dos tomates e os corte em cubinhos pequenos, coloque numa vasilha de vidro, tempere com sal e azeite e coloque os 3 dentes de alho descascados e inteiros neste preparado. Deixe marinar por 12 horas na geladeira.
No dia de servir: Pelo menos 3h antes de preparar o prato, tempere os camarões e os anéis de lula com sal e separe.
Preparo do prato:
Comece a cozinhar o penne com uma colher de café de sal grosso.
Leve os camarões para refogar em fogo médio com azeite (ou manteiga) e alho (você deve colocar tudo junto, pois evita que o alho queime). 4 minutos depois, acrescente os anéis de lula e a pimenta e deixe refogar por mais 6 minutos, aproximadamente.
Então acrescente as azeitonas pretas bem picadas e a cebolinha.
Enquanto isso, aqueça os tomates picados por 1’40’’ no microondas, sem os dentes de alho (eles devem ser jogados fora).
Acrescente os tomates e 100g do queijo parmesão aos camarões e anéis de lula e mantenha em fogo baixo deixe por 2 minutos.
Junte à massa ainda quente e sirva, colocando na mesa o restante do queijo para quem quiser acrescentar.
Sirva de preferência com vinho branco.
Bon appetit!
Assinar:
Postagens (Atom)